Publicado em: qua, maio , 2014

Prefeito está aberto ao diálogo com as igrejas sobre shows

Prefeito Ival Danilo Avelar
Uma discussão em torno do elevado número de suicídios que vêm ocorrendo em Jaraguá despertou muitos internautas sobre a relação entre o suicídio e a religiosidade das pessoas.

As redes sociais se tornaram em uma espécie de “tribunal aberto”, onde cada um posta suas acusações, defesa e ainda sobra um tempinho para especular outros temas, como política e segurança, dentro de um contexto que, no início — era apenas um tema religioso.

Em meio ao debate, internautas disseram que a Prefeitura não abre espaço para shows religiosos, e que a falta de incentivo para os evangélicos e católicos reflete no índice de violência e suicídio, como foi discutido em uma postagem do Facebook.

Em meio às discussões, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura defendeu a administração dizendo que a prefeitura sempre abriu espaço para grandes eventos religiosos em Jaraguá, citando a vinda de cantores famosos no meio evangélico e católico.

O que acontece, é que os evangélicos não comparecem nos shows, já que a maior parte deles preferem atividades voltadas dentro de suas denominações, outras vezes, encontram resistências dos pastores.

O outro lado da moeda

No Brasil, a taxa de suicídio entre adolescentes e jovens aumentou pelo menos 30% nos últimos 25 anos. Tal índice não deve ser levado só pela falta de religiosidade das pessoas. Embora a terapia religiosa ajude, o que deve haver é tratamento para transtornos psiquiátricos, o que deve ser uma atribuição dos estados e municípios, oferecendo tratamento especializado aos pacientes, principalmente aos que têm traços depressivos. Vale dizer que, além do tratamento médico e até as terapias religiosas, o apoio da família é fundamental para a cura do paciente com transtornos.

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