Pubicado em: ter, nov 12th, 2013

Fotos oficiais do governador e prefeito são desprezadas em órgãos públicos

Fotos oficiais
Administração – A velha política mesquinha continua assombrando o Estado Democrático de Direito e o civismo, que deveria ser tratado como prioridade em todas as prefeituras do país. Na maior parte dos órgãos da Prefeitura de Jaraguá, não há uma só foto do governador do Estado de Goiás, como também, não há foto do prefeito em órgãos do Estado.

Este mês, uma foto do prefeito Ival Danilo Avelar (PTB) foi distribuída em todos os órgãos do município para que fosse fixada na entrada de cada órgão ou nos gabinetes dos gestores.

Mesmo que as fotos do presidente, governador e prefeito em exercício do mandato seja algo considerado por muitos como sendo sem relevância, o ato representa, de certa forma, que todos os cidadãos vivem em um país democrático, onde as diferenças partidárias terminam quando os eleitos assumem seus cargos.

Além de ser um ato cívico, onde deveria ser adotada pela Secretaria da Administração, a fixação das fotos dos representantes das três esferas do poder seria uma prática honrosa, dando exemplo de cidadania, ética e o cumprimento aos preceitos que regem uma boa administração.

Órgãos do Estado

Este não é um fato isolado dos municípios. Nos órgão do Estado, por exemplo, não há uma só foto do prefeito da cidade, no caso, Ival Danilo Avelar, o que representa a mesma falta de civismo e ética praticada pelos municípios, onde fica patente que o Estado deixa de ser laico, quando abandona os símbolos, brasão ou os usam de forma estritamente politiqueira, quando órgãos do Estado deixam de usar a foto dos prefeitos, e quando os prefeitos deixam de usar a foto do governador, respectivamente.

Se a foto do governador é colocada nos órgãos do Estado e a do prefeito não, em uma escola, por exemplo, todos os alunos, pelo menos em tese vão estar cientes de que naquele local predomina o império de uma liderança isolada, ou seja; naquele espaço a Prefeitura não tem nenhuma responsabilidade ou participação, o que não deixa de ser no mínimo um péssimo exemplo de cidadania na administração pública.